“Mães” manipuladoras

Verdade

Texto de Liliane Santi – Psicóloga – CRP 06/64.487

Mães psicopatas.

Especialistas afirmam que é provável que entre os alienadores parentais haja uma porcentagem maior de pessoas psicopatas do que entre as pessoas em geral.

Enquanto alguns alienadores ficam relativamente desconfortáveis com seus comportamentos alienadores, outros estão conscientes e deliberadamente induzindo a alienação sobre os filhos. Os dissimulados psicopatas alienadores quando confrontados com suas manipulações se professam inocentes, mas estão plenamente conscientes de que estão mentindo e muitas vezes o fazem diante de autoridades policiais como escrivães, delegados de polícia, conselheiros tutelares, promotores, psicólogos, assistentes sociais, juízes, etc.

A psicopatia é um transtorno de personalidade e apresenta como característica principal, uma alteração de caráter. Essa alteração faz com que indivíduos utilizem ações comportamentais patológicas (doentes) pra controlar e manipular pessoas com mais facilidade.

Esses comportamentos vão se estruturando desde a infância, mas conforme tornam-se adultos o transtorno tende a se tornar crônico e causar cada vez mais prejuízos na vida do indivíduo e especialmente na vida de quem convive com ele, como é o caso, por exemplo da separação e disputa de guarda dos filhos.

A psicopatia é caracterizada principalmente, pela ausência de empatia com outros seres humanos. Se por exemplo, uma criança que está sem ver o pai a meses o reencontra por acaso, o alienador não fica feliz pela saudade do filho ser aliviada, mas sim, desapontado com o encontro.

Geralmente são interesseiros, egoístas e manipuladores.

Desprezam normas e obrigações sociais, e têm descaso e indiferença aos direitos e sentimentos dos outros.

As psicopatas apresentam baixa tolerância à frustração, chegando até às vias de fato se alguém as contrariam, sejam essas pessoas o ex companheiro, o filho, vizinhos, a nova companheira do pai, entre outros.

Culpam qualquer pessoa por problemas que elas mesmas causaram.

São desleais e não conseguem fazer a manutenção de vínculos amorosos.

Se utilizam comumente de calúnias. Omitem e distorcem fatos para prejudicar pessoas e se percebem que suas atitudes estão sob suspeita ou avaliação, são capazes de adotar mudanças radicais em sua forma de se comportar.

Mentem exageradamente, sem constrangimento ou vergonha. Manipulam fatos de acordo com seus interesses e assim, para os menos experientes, parecem extremamente convincentes.

Manipulam dolosamente os familiares causando-lhes inúmeros transtornos a todos que estão ao seu redor e podem colocar em risco a vida de outras pessoas sem sentir pena de quem foi manipulado.

São incapazes de seguir um plano de vida e sentem muita inveja dos que conseguem.

Elas possuem um egocentrismo exageradamente patológico, as emoções são superficiais, teatrais e falsas e é bastante comum que façam falsas denúncias nos Plantões Policiais e em outros Órgãos Públicos.

Geralmente são incapazes de manter uma relação conjugal leal ou duradoura. É comum o histórico de diversos relacionamentos de curta duração. Seduzem seus parceiros a fim de convencê-los a fazer algo em seu lugar, evitando prejuízo a si mesmos.

Esse conjunto de características faz com que os sociopatas dificilmente consigam aprender com a punição e modifiquem suas atitudes.

Geralmente se fingem de boa mãe para que não notem seus desvios de personalidade. São hábeis e simulam comportamentos exemplares, alterando e adaptando seus desvios de conduta para que não sejam descobertos. Destroem a vida dos filhos impedindo-lhes a convivência saudável com o pai e no entanto, não sentem remorso algum pelo que fazem. Jamais sentem culpa por terem destruído um vínculo de amor, muito pelo contrário, ficam felizes por terem alcançado seus objetivos.

Nenhuma experiência adversa, nem mesmo pesadas punições são capazes de inibir esse comportamento doentio e o que nos resta a fazer é lutar para libertarmos os filhos que com ela convivem, pois não passam de meros reféns nas mãos de uma carcereira maléfica e impiedosa pronta a executar pai e filho da forma mais terrível possível que se tem: em doses homeopáticas!

Para reflexão termino com duas frases, a primeira de John Kennedy e a segunda de Andre Saut.

“O conformismo é carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento … ”

“Ontem, tal qual um carcereiro, dei água a todas as plantas aprisionadas nos vasos, não foi eu quem as prendeu, mas fui eu que não tive coragem de libertá-las”.

(Peço desculpas por ter utilizado a palavra alienadora no feminino. O fiz baseada em dados estatísticos, que nos dizem que: 87% das Guardas são Unilaterais, dada às mães, 5% de Guarda Unilateral dada os pais, 6,5% de Guarda Compartilhada e em torno de 1,5% de Guarda com avós, outros parentes e pessoas afins, é natural que nesse universo tenhamos um número esmagador de mulheres que cometem Alienação Parental, embora eu saiba que existem homens que alienam, quem quiser copiar trechos modificando o gênero, sinta-se à vontade).

http://www.lilianesanti.blogspot.com.br/

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Vocês têm que me respeitar!

PAGO seus salários para vocês prestarem serviços decentes, agirem com transparência e honestidade, e não sair por aí perseguindo e prejudicando DELIBERADAMENTE homens de bem!

Juscorrupt

A fúria da Moral contra a injustiça e a corrupção!

Toda minha revolta e minha imensa indignação descendo sobre os perversos e imorais…

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Da aurora da minha existência…

Jessé – Porto Solidão:

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Insensatez e estupidez: onde estão os “sábios” da “justiça” de Banânia?

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Este é meu filho. Na época da foto, junho de 2009, estava com quase dois anos de idade. Enquanto eu buscava sempre cuidar bem dele, tratando-o com dignidade e respeito, protegendo-o e evitando a todo custo expô-lo a situações constrangedoras, perigosas e prejudiciais, a “mãe” mau-caráter e psicopata fazia exatamente o contrário! Aliás, continua fazendo. Meu filho é discriminado dentro de sua própria “casa” – a residência materna, onde também residem a “mãe”, o filho mais velho dela (de 11 anos, de outro pai), o mais novo (de dois anos, também de outro pai – o bandido do Rio de Janeiro), a “avó” materna, a irmã da “mãe” e sua filha de 12 anos. Sete pessoas convivendo em um ambiente tumultuado, desorganizado, repleto de gritarias, brigas constantes etc. Enquanto o mais velho sempre foi mimado pela “avó”, que nunca aceitou o meu filho, o mais novo também é paparicado por ela e superprotegido. Ninguém pode nem chegar perto! Já o meu tem que queimar sob sol intenso em praias e piscinas imundas, ouvir gritos da “mãe” histérica, sofrer discriminação constante. E eu nunca pude ter amigas, namorada, noiva, casar nem sonhar! Até mesmo conversar com desconhecidas. Se a insana descobre, pesquisa sobre as mulheres, procura endereço, telefone, e-mail, perfil no Facebook etc., entra em contato com elas, ofende verbalmente, ameaça… E no final sempre sobra para meu filho, que é castigado pela insanidade da “mãe”, expondo-o criminosamente ao sol forte durante horas a fio!

E o mais surpreendente é o fato de a “justiça” apoiar essa situação, e endossar o comportamento irresponsável da “mãe” somente pelo fato de ela ser “advogada”!

Coisas graves ocorreram naquela residência, e situações comprometedoras também. Mas a “justiça” fez vista grossa, ouvidos de mercador, e simplesmente ignorou tudo, do alto da arrogância e da soberba de uma certa juíza amiga da “mãe” e de uns dois ou três promotores de “justiça” sem compromisso com a ética e a verdade.

As humilhações que me fizeram passar nos últimos oito anos da minha existência são incontáveis. A revolta e a indignação que venho acumulando ao longo desse período, em decorrência das injustiças e das canalhices promovidas contra mim e meu filho, atingiram uma magnitude incomensurável!

Tenho nojo dessa gente sem moral, que de forma sádica e perversa resolve perseguir e prejudicar DELIBERADAMENTE um homem simples, humilde e de bem, ao mesmo tempo em que favorecem descaradamente pessoas de péssima índole.

COVARDES! Cr*t*n*s. Cr*p*l*s. Corporativistas. Co*r*p*o*. CA*A*H*S!

Ser Médico na Periferia

Uma experiência que nenhum juiz ou promotor de “justiça” provavelmente terá.

Trabalhar em áreas de risco, extrema pobreza, violência, criminalidade…

Não. Nenhum juiz ou promotor de “justiça” jamais pisa em locais assim. Não querem, não vão. Nunca.

Lugares esquecidos pelo poder público, onde costuma faltar o básico para uma vida com um mínimo de dignidade: saneamento básico, escolas, acesso a equipamentos de saúde. Onde geralmente faltam Médicos, enfermeiros, dentistas etc.

Porém eu estive lá!

Trabalhei na periferia de São Paulo. No extremo da Zona Sul metropolitana. Parelheiros, Grajaú, Jardim São Luís, Campo Limpo.

Onde nenhum juiz ou promotor de “justiça” deseja pisar!

Eu estive lá…

Apesar dos pesares, da falta de quase tudo, das inúmeras e constantes dificuldades, estive lá tentando contribuir com o meu melhor para levar às pessoas que ali habitam algo que impactasse positivamente suas vidas: atenção, respeito, dignidade.

E deles também recebi respeito, sorrisos, reconhecimento, e não apenas reclamações – o que é muito natural, considerando a realidade em que vivem. Muitos “Obrigados” e até mesmo alguns mimos, presentinhos especiais.

Porém nada se compara à confiança conquistada junto à comunidade.

Lembro-me de, no meu último dia de atividades em uma Unidade de Saúde de Parelheiros, ter visto o motorista da van que transportava os profissionais de saúde correndo até mim para despedir-se.

— “Dotô“, que o “sinhô” seja muito feliz onde quer que vá. Foi uma satisfação muito grande conhecer você, “MANO“!

Disse isso visivelmente emocionado, batendo no peito com o punho direito cerrado, em um gesto vívido de sinceridade, consideração e respeito!

Esse tipo de situação, extremamente gratificante e que no final faz tudo valer a pena, nenhum juiz ou promotor de “justiça” pode vivenciar, porque eles não vão, não querem, não gostam, não pretendem jamais pisar lá…

medico2-divulgação Fotos produzidas por Terceiros MedASFMédica

Descontraindo um pouco…

Porque a vida não é apenas trevas e os abutres não são eternos! ;o)

Corleone

Faz muito sentido…

Jusimund

Uma singela homenagem à “República das Bananas” (e dos bananas, principalmente).

Não se trata, de fato, do “país” das oportunidades, mas dos oportunistas, fraudadores, canalhas, covardes… “País” da corrupção – marca registrada da “nação”. O “país” da malandragem, do “jeitinho”, da mediocridade, das injustiças… “País” de bandidos!

Canção do Exílio (versão Banânia)

Minha terra tem bananeiras,
Onde urina o gambá;
Os cangurus, que aqui saltam,
Não são vistos por lá.

Nosso céu tem mais fumaça,
Nossas várzeas têm maus odores,
Nossos bosques têm mais lixo,
Nossa vida mais temores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais pavor encontro eu lá;
Minha terra tem bananeiras,
Onde pousa o carcará.

Minha terra tem horrores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais desgosto encontro eu lá;
Minha terra tem bananeiras,
Onde urina o gambá.

Não permita Deus que eu morra,
E logo eu volte para lá;
Para sofrer com as dores
Que não encontro por cá;
E ainda aviste as bananeiras,
Onde urina o gambá.

Banânia

Aberrações extremas

Dando continuidade à sua saga insana, a psicopata – sim, pois aquilo não é gente de bem e não tem bom caráter, moral, princípios sadios e nenhuma ética e nenhum escrúpulo! – que infelizmente é “mãe” do meu filho, apesar de recebendo R$ 3.500,00 ou mais mensalmente a título de “pensão alimentícia” que, comprovadamente, jamais se destinou integralmente para o benefício do meu filho, ainda por cima quis entrar com “ação de regulamentação de visitas”. Foi mais longe: na época em que esteve casada com o bandido fluminense, disse-me para esquecer meu filho, pois o “pai” dele era o canalha do Rio de Janeiro, a família dele estava lá (sendo que a criança não tem nenhum parente naquele lugar), e eu iria ser proibido de ver o menino! Não era raro eu ir aos finais de semana tentar ver meu filho e deparar-me com a notícia de que a criminosa e o verme do RJ levaram meu filho para assar sob sol intenso na orla carioca ou em alguma praia imunda no litoral paulista… Vivi/ainda vivo momentos muito delicados, humilhações extremas, pesadelos embora acordado…

Batman